Postado em 30 de Dezembro de 2019 às 14h49

      Sono após as refeições

      Sono (65)
      Depois do almoço de domingo, sempre dá vontade de tirar uma soneca. É comum sentirmos sono após as refeições e o motivo está pelo tipo de alimento que consumimos e também a sua quantidade. Conforme exemplifica a nutricionista, especialista em nutrição clínica e esportiva, Helenita Moreno, quando se consome carboidratos em excesso, automaticamente o metabolismo…

      Depois do almoço de domingo, sempre dá vontade de tirar uma soneca. É comum sentirmos sono após as refeições e o motivo está pelo tipo de alimento que consumimos e também a sua quantidade.
      Conforme exemplifica a nutricionista, especialista em nutrição clínica e esportiva, Helenita Moreno, quando se consome carboidratos em excesso, automaticamente o metabolismo sente sono. “A quebra das moléculas de carboidrato realizadas durante a digestão aumenta a quantidade de produção de gás carbônico no corpo. Esse aumento faz com que o metabolismo diminua suas funções”.
      Outro exemplo é em alimentos de difícil digestão, como a feijoada. O feijão é uma proteína que precisa de um trabalho maior para a digestão, assim como as carnes presentes no cozido.
      “Quando você tem uma dificuldade digestiva, ou seja, seu corpo precisa demandar mais energia nesse processo, ele faz uma economia cerebral. As outras funções físicas economizam para que essa energia seja desviada para a digestão dos alimentos. Por isso sentimos sono”, explica a nutricionista.
      Para evitar que isso aconteça, principalmente quando é preciso fazer uma viagem ou trabalhar após a refeição, o recomendado é comer alimentos mais leves, que não irão demandar tanta energia para a digestão, mantendo as demais funções vitais normais. Entre esses alimentos leves estão as verduras, legumes e frutas, além de proteínas de alto valor biológico, como frango e ovos.
      “Cada pessoa tem uma capacidade digestória diferente e quando ultrapassamos ela, o corpo sofre mais. Por isso, é importante descobrir os alimentos que fazem bem, conhecer o próprio corpo e se alimentar de forma consciente”, orienta Helenita.

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